terça-feira, 21 de junho de 2011
sobre mim..
Hoje eu li uma frase em espanhol que dizia: Cuidado com o que desejas, que o universo de concede! Que Delicia, eu não nego que a pelo menos quatro anos consigo tudo o que desejo com vontade extrema. Acontece que depois, e só depois, eu paro pra entender até quando o meu desejo, é suportável pelos meus próprios ombros. não é, e nunca será. Porque do mesmo jeito que eu como um pedaço de pizza a mais do que eu aguento, desejo mais do que eu realmente quero. Pode ser ganância, pode ser anciedade, pode ser gula de querer engolir o mundo.
Agora, reinvento a mim mesmo: sinto falta do que eu nunca fui. Porque mudo os cabelos, troco diariamente a cor da pulseira do relógio, posso até fazer reeducação alimentar e parar de comer tantos doces, mais essa fome de mundo nunca passa e eu vou continuar mastigando meus prórpios dias. transformando em noites extensas, dias intensos e sonos escassos. só pra ter a certeza que tudo o que podia ser meu, de fato foi.
Nen que depois passe.. Nen que eu vomite tudo depois.
sexta-feira, 3 de junho de 2011
o prazer é todo (e somente) meu.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
nen mais, nen demais.
achamos que de mãos dadas
iamos levar uma vida incrível
De mãos dadas, contruimos um sonho
a gente podia tudo porque eramos dois!
O tempo passou e todas as contruções
que pareciam sólidas
que pareciam fortes
se perderam em um tempo que não se permitia mais
que existia essa força
E quando tudo tem que ser maleável
aquilo que é rígido, destrói
e quando destrói o que é grande
tudo desmorona
Desmoronam as certezas
desmoronam os sentimentos
desmorona a confiança
a verdade
a sinceridade
e o amor que dava vida
desmorona o amor que dava vida
desmorona a vida que era vida
pelo amor
Eu não vou voltar no assundo do
você gostou ou não de mim
Isso perdeu completamente o sentido
Eu vou falar do que eu sinto agora
e só
porque eu preciso virar a página deste livro
e eu só posso virar a página
escrevendo esta história até o final.
Vamos lá..
eu vou falar tudo aquilo que você já sabe
Eu te amei feito um idiota
achei que o meu mundo começou a fazer sentido
no dia em que você entrou na minha vida
eu achei que você era o homem da minha vida
e eu ainda acho
Mais o homem da nossa vida pode passar
e ir embora
Seria sorte demais a minha
você esperar que eu cresça e veja as coisas
como elas realmente são
eu sempre vi tudo meio errado
Várias vezes eu escrevi o email de despedida
a carta de despedida
a conversa de despedida
Eu sempre te dava adeus
louco pra ouvir um até logo
até breve
até agora
Até agora eu to esperando que você venha dizer
que vai sentir a minha falta
não só as vezes
E quando tudo estava praticamente no fim
eu ferrei tudo
te cobrando certezas
Era uma forma que eu tinha arrumado
para continuar almoçando
(sem você)
continuar trabalhando
(sem você)
continuar dormindo
ou pelo menos tendo vontade de dormir
(sem você)
Você era o meu prêmio.
É como se..
Se eu fosse um bom garoto
ia ter o meu grande amor no final
e eu fui até que um bom menino
fui o melhor que eu pude
Tanto que tudo mudou na minha vida
nada lembra quem eu era quando te conheci
acho que nen você lembra quem eu era
quando eu te conheci
eu lembro
cada detalhe
e eu amei
cada detalhe seu
até os que eram menos bonitos
ou feios, mesmo!
Eu tentei te avisar
mais você não me ouviu
eu disse que eu precisava de cuidado
que eu precisava de mudança
e eu estou mudando
tarde demais.
Você vai sentir até orgulho
quando me ver daqui a um tempo
de longe
porque assim de perto
você vê o que há de pior em mim
a minha alma
Eu nunca tentei te esquecer
eu nunca tentei realmente tirar você da minha vida
mais agora eu tenho que tentar
E eu vou aprender que não vale a pena te amar
nen mais
nen demais
e como antes
não podemos mais seguir de mãos dadas
minha mão machuca a sua
minha mão é grande demais pra você
E eu estou te escrevendo
pra dizer que você pode agora parar de se importar
eu to indo embora mesmo
eu,
justo eu que tinha decidido ficar.
Você continua lindo
e eu continuo querendo continuar em você
Mais é dessas decisões que a vida
obriga a gente a tomar
Quando a despedida é rápida
dói menos
Há pouco eu havia te prometido
que de agora em diante eu seria mais eu
E eu to procurando força
pra não quebrar essa promessa
A única que agora
eu faço por mim mesmo.
Deixo aqui beijo carinhoso
um abraço pras coisas boas
e uma saudade de um tempo que ainda não vivemos
Eu fui seu refugio
seu amigo
seu abrigo
sua dimensão paralela
sua vibe
sua companhia
seu confidente
e agora eu vou ser
que sabe e finalmente
sua saudade.
sexta-feira, 20 de maio de 2011
primeiro o fim, agora é vida!
E agora você vê o balanço tranquilo do meu braço dizendo: adeus, homem da minha vida. queria tanto uma históia de amor diferente.. mais eu vou embora! enxergando agora, é dificil demais ficar.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
não pode ser amor.
(E pela primeira vez, não era eu que escrevia o meu roteiro.)
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Palavra dói.
o silêncio.
terça-feira, 17 de maio de 2011
(..)
No fundo, você sabe. não quero falar sobre isso.
Você me traiu?
Não.
Nen em pensamento?
Não tenho que te dar satisfações de nada, sou apenas seu amigo.
E porque mesmo que tudo terminou?
Porque você não tem ambição nenhuma, amor. Digo, Rafael.
Eu tenho ambição sim!
Ambição de que?
De ser bom naquilo que faço, porque amo.
Viu só? Eu te dei ambição. Eu te dei gosto. Eu te dei preferências! Eu estava cansado de dar tudo e você nunca aprender nada; se você ainda fosse burro.. mais você é acomodado. e isso me matava.
Acomodado era você que nunca me amou e ficou comigo só porque eu te idolatrava. E eu te idolatrava, de verdade. Eu te achava lindo, interessante. Pra mim, o mundo inteiro queria te tirar de mim.
Irônico, ne? foi você mesmo que me tirou de você.
Mais é você que me completa.
Qualquer um te completa, molde pronto. é facil.
Mais eu quero que você seja feliz. Eu também quero.
Então pronto! a gente vai ser amigo.
E como vai o trabalho?
Tá legal, to conseguindo me sair muito bem.
Ah, eu sempre soube que você ia arrumar uma coisa legal.
Beleza, a gente se vê?
A gente se vê.. por ai!
Beijo.
Beijo.
Se Cuida.
Você também!
medo do inferno
Isso, vá embora! é melhor pra você do que pra mim.
segunda-feira, 16 de maio de 2011
o que aconteceu com a gente?
enquanto isso, vou sem perna..
me apoiando em você!
quinta-feira, 5 de maio de 2011
carta ao meu amigo
Sei que tudo deu errado no fim das contas
E agora, sei apontar todos os erros
Mais o que a gente faz com eles?
O que a gente faz com a gente?
Por mais que eu saiba que acabou
que eu saiba que podia ter dado certo, e não deu
ainda assim, gosto de enterrar meus mortos perto de mim
Sinto mais saudade quando você está perto..
dói demais te ver e não te querer mais
Sinto saudade não de você, mais sim do tempo em que eu
ainda sentia saudades suas
Usamos o tempo como se fosse nosso
Usamos, mais não pudemos guardar nada
Vivemos todo ele com uma sede tamanha
mais não podemos nem lembrar direito..
lembrar tudo certinho, sentir o que a gente sentia..
Alguns buracos aparecem e vão aumentando
Brincamos enquanto o tempo passava e agora não podemos segura-lo
nem mesmo num instante
Nosso amor, me fez te ver com certa amargura
Sinto, e senti cada segundo da nossa morte
E te ver agora me deixa desconcertado
Lembro de tudo na minha vida que já foi
De tudo o que eu perdi, de tudo o que eu esqueci
Olho pra você e me dói tanto, que chega a ser indecente
Eu tenho vontade de te comer e guardar você dentro de mim
Só pra não precisar te ver e você, não precisar ir embora
Não precisar decidir nada..
Tenho tanta, mais tanta saudade também da época
que minha mãe me colocava no colo
Dizia que tudo ia bem e assim
bem devagarzinho, as coisas iam ficar no lugar certo
Que eu não precisava chorar que o pé ia melhorar, o sangue ia secar.
Que ela ia sempre me proteger e sempre estaria ali..
Mais sei bem agora que no fim, sou eu que vou ter que fazer meus próprios curativos
Fazer o meu almoço
Sabe, gastei tudo o que eu tinha com você. mais pra onde foi tudo isso?
Não! eu não quero de volta. tudo o que eu te dei, fica com você
Este castigo é seu
Os meus, eu guardo aqui, embaixo da minha cama
No canto dos meus olhos, no meu jeito de rir, nos meus novos cabelos brancos
Olho no espelho e me lembro de você
Lembro que vou morrendo enquanto ainda vivo
e eu estou bem vivo!
Antes achava que a pessoa morria assim, de repente
sem mais
Mais te vi apodrecendo dentro de mim, devagarzinho
como, como eu tentei te empalhar!
Chorei muito quando via seus olhos desbotados..
Agora não choro mais, pois morro também.
e meus olhos também estão desbotados.
E por mais que eu saiba que não tem como existir mais nada,
e que me sinto livre
percebo que precisava das nossas mentiras pra sair do lugar
Percebi o que me fazia voar, era o medo
A vontade de escapar
Agora, vou me enterrar na minha liberdade e digo adeus as minhas asas
Pois agora tenho medo do que sei que está aqui
não há mais dúvidas, palavras ditas nas entrelinhas..
Fica quietinho e deita aqui do meu lado.
vem ser sozinho junto comigo e assim, a gente assiste o outro a morrer
Pra lembrar mais uma vez, o quando tudo isso dói
Mas é bom doer
Porque assim a gente sente o cheiro de sangue.. de vida!
Porque a única maneira de permanecer vivo por enquanto..
é morrendo!
sábado, 9 de abril de 2011
um vegetal qualquer..
segunda-feira, 21 de março de 2011
amor, meu grande amor.
quinta-feira, 10 de março de 2011
da fome..
quarta-feira, 2 de março de 2011
elogio ao amor.
Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria.
Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em “diálogo”. O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam “praticamente” apaixonadas.
Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do “tá tudo bem, tudo bem”, tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, atristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo? O amor é uma coisa, a vida é outra.
O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso “dá lá um jeitinho sentimental”.
Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não épara nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes.
Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar. O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto. O amor é uma coisa, a vida é outra. A vida às vezes mata o amor. A “vidinha” é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não dá paraperceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende. O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida.
A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha – é o nosso amor, o amor que se lhe tem. Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz.
Não se pode ceder. Não se pode resistir. A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a vida inteira, o amor não. Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também.''
(texto de Miguel Esteves Cardoso)
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
chega!
de bandeja.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
o que eu quero, não tem nome.
Quero rir sem saber de quê. quero passar horas, horas e não notar. quero o silêncio de olhar estrelas e não ter o que dizer. quero a falação. quero bobagem, o que não serve pra nada. quero o desejo, a vontade e o tesão. todos juntos ou não. o imprevisto, a surpresa, o coração disparado e o medo de ser bom. eu quero música, quero mensagens, telefone tocando. quero carinho. quero te comprar presentes. quero ir a parques e clubes. quero deitar na calçada e te olhar nos olhos. quero vomitar todo o sentimento do mundo em você. quero te cobrir de eternidade. quero ter você a todo tempo, o tempo todo. tenho muito, mais quero mais. sempre mais. quero o seu oxigênio. quero ser homem e ser menino. quero tremer as pernas. quero frio na barriga e a milésima primeira vez. quero cor, quero amor. quero a lembrança de ontem e o sorriso no canto da boca. eu quero dar bandeira. quero a alegria de quem não tem juízo. quero te dar a mão e fazer tudo parecer mais fácil. quero ser seu porto seguro, seu ponto fraco. seu orgulho e sua base. quero te dar estrutura. quero te dar confiança. quero ser tudo pra você. quero falar de amor, falar de amor e falar de amor..
..o que eu quero é tão simples, só que não sou deste mundo.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
criança estúpida.
depois do almoço.
A gente cansa dos não-ditos. cansa, de nunca receber a resposta que a pergunta fez. não seria muito mais facil responder do que se calar? não seria muito facil usar a verdade do que usar de joguinhos? e porque não dizer: 'eu morro de saudade' se a palavra sufoca e vira um nó na garganta. Eu sei que é muito mais fácil desistir do que continuar tentando. é mais facil evitar que procurar. é mais fácil ser só mais um.
E de novo eu escolhi o mais difícil, vou te procurar.
E mesmo quando tudo diz pra ser ao contrário, eu continuo tentando..
sábado, 15 de janeiro de 2011
e agora?
a gente se cala ou grita? a gente se ama ou se evita?
a gente se desgasta.. gasta a saliva no que não se pode falar. gasta lágrimas doídas querendo parar de chorar. gasta cigarros inteiros sem conseguir fumar.
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
eu, que conhecia todos os seus rostos..
E eu que achei que conhecia todos os seus rostos, cada linha do seu rosto. me enganei. fico tentando me lembrar de alguns rostos que eu sinto falta e nenhum me volta a memória agora. você, meu menino com cara de mau, tem um rosto só. tem um rosto que nunca chora e ri muito mais do que eu achei que risse(quase sempre da minha cara). e quando nada das minhas perguntas tem respostas, paro naquele silêncio que tem mais você que tudo e o único rosto que vejo na minha frente, é o seu.
Você que sempre aparece com um rosto novo a cada dia. e todos esses rostos, tem uma coisa que acalma. me faz escrever, pensar, sonhar. e todos esses rostos na verdade, um só. e claro, é o único que pra sempre, eu vou querer ver!
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
a cura.
se eu me encontrar, te acho.
Pois quando não te acho viro prisioneiro do meu mundo louco. e no meu infinito particular, crio tantos personagens, tantas histórias, sendo que em todas é você, o meu personagem principal. e mesmo sabendo que está cansado dos meus exageros, não queria estar hoje na contramão do seu sorriso. e certamente, não queria que tudo o que já disse até aqui, se tornasse chichê: sobre meus medos, meus planos, minha vontade de ficar pra sempre.. e ainda assim, encontro a todo momento, motivos pra dizer que é melhor você continuar comigo. pois nenhum motivo será o suficiente pra você não estar. Essa coisa toda por dentro me sufoca. esses meus exageros, não foram inventados em uma bad ou numa embriaguez qualquer. eu sou inteiro exagero. tudo em mim grita, suplica, palpita. e quando não grita, o meu olhar diz tudo. e quando não suplica, ataca. machuca e fere, eu sei. mais confesso que em todas as vezes, estava suplicando sua atenção. tudo pra não perder você, tudo pra não desistir nunca de lutar por você. e eu tenho aqui comigo, uma vontade louca de explicar tanta coisa que nunca consigo.. mais acredito sinceramente que todas as minhas feridas, logo menos, serão cicatrizadas. todos esses medos, superados. porque eu acredito fielmente em você, acredito em nós. acredito no nosso amor.
acredito porque eu sei que quando nada fizer sentido,
sempre terá os seus braços pra me acalmar..